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REPORTAGEM REVISTA ¨CASA VOGUE¨
TRABALHOS EM XILOGRAVURA COLORIDA E PRETO E BRANCO, MOSTRADO NA EDIÇÃO AGOSTO REVISTA CASA VOGUE. CONTATO, 8567.3136 LOJA 3224.3338 , CASA DA CULTURA , RECIFE - PE RAIO SUL 115 TÉRREO E 204 1º ANDAR. 
Escrito por SEVERINO BORGES às 3h48 PM
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XILOGRAVURA NA CASA DA CULTURA
ENDEREÇOS CASA DA CULTURA XILOGRAVURA SEVERINO BORGES RUA FLORIANO PEIXOTO S/N - SÃO JOSÉ - RECIFE - PE RAIO , SUL 1 ANDAR 204 , TÉRREO 115 FONE 3224.3338 / 8567.3136 / 3052.4128 xilogravuras@hotmail.com 
DIREITO DE IMAGEM. SEVERINO BORGES FOTO ; NA XII FENEARTE 2011
Escrito por SEVERINO BORGES às 7h32 AM
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PROJETO - PLANO DE AÇÃO SÓCIOAMBIENTAL - PAS
COMPANHIA HIDRELÉTRICA DO SÃO FRANCISCO - CHESF / PROJETO - PLANO DE AÇÃO SÓCIOAMBIENTAL - PAS - O PAS É UM PLANO QUE PROMOVE NÃO APENAS O CONHECIMENTO DA REALIDADE ECOSSOCIOLÓGICA; MAS DESENCADEIA JUNTO COM À POPULAÇÃO PROCESSOS DE INFORMAÇÃO, CONSCIENTIZAÇÃO, SENSIBILIZAÇÃO E PARTICIPAÇÃO. ELEMENTOS FUNDAMENTAIS NA CONSTRUÇÃO DA CIDADANIA COM RESPOSABILIDADE. É FORMADO POR CINCO PROGRAMAS DENTRE OUTROS ESTÁ O PROGRAMA EDUCAÇÃO ARTE, CULTURA E MEIO AMBIENTE. DEPARTAMENTO DE MEIO AMBIENTE - DMA / CHESF - NÚCLEO DE AÇÕES SÓCIOAMBIENTAIS - NASA - CHESF / INSTITUTO DE ECOLOGIA HUMANA - IEH FOTOS : FELIPE FERREIRA  Jatobá - Pe
Pariconha- Al Gloria - Ba
 Malhada Grande / Paulo afonso - Ba
Delmiro golveia - Al / FOTOS :Felipe Ferreira
Escrito por SEVERINO BORGES às 2h51 PM
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Programa Família no Museu / Ja foi realizado e foi o maior sucesso!

Ja foi realizdo e foi o maior sucesso! O Museu do Homem do Nordeste da Fundação Joaquim Nabuco, realiza o Programa Família no Museu que acontece sempre no terceiro domingo de cada mês, tendo como objetivo estimular a visitação de grupos familiares à exposição de longa duração "Nordeste: territórios plurais, culturais e direitos coletivos”, oportunidade em que não é cobrado ingresso para a visitação a exposição como também, acesso a toda uma programação paralela. A cada mês é escolhido um tema central que gera uma série de atividades para crianças, jovens e pais – grupos de públicos diversos. Para esse dia 21/03/2010 ( março ), realizaremos o XILOMANGÁ, onde teremos o encontro da xilogravura com o mangá. Vamos ter a pintura de um grande painel no Museu, pintado pelo Artista Derlon, com a colaboração dos alunos do projeto Jovem Artesão do Morro da Conceição, coordenado por nós, que será feito a partir do desenho da xilogravura. Também, teremos a oficina de xilogravura pelo artista Severino Borges com o público visitante, exposição e feira de xilogravuras, mangás, cordéis e guloseimas populares. Esse deve ser um trabalho descontraído e contextualizado com o púiblico visitante. Para a atividade de visitação ao museu, contamos com uma equipe de mediadores do museu que já desenvolvem bem esse trabalho e fazem sempre um link do tema do Programa com a exposição. A divulgação do Programa, é realizada através dos meios de comunicação e de um flay. Para o dia do Programa disponibilizamos gratuitamente, barracas, mesas e espaço, onde socializaremos as nossas experiências.
Escrito por SEVERINO BORGES às 11h31 PM
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XILOGRAVURA
XILOGRAVURA SEVERINO BORGES 
 xilogravuras@hotmail.com 81 :: 3052 4128 :: 81 9934 9738 :: 9255 6128
Escrito por SEVERINO BORGES às 8h35 PM
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SEVERINO BORGES

xilogravuras@hotmail.com 81 :: 3052 4128 :: 81 9934 9738
Escrito por SEVERINO BORGES às 9h29 PM
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Oficina Pro - Jovem Recife - Coelhos
Oficina de Xilogravura
Pro - Jovem Recife / Coelhos



Escrito por SEVERINO BORGES às 9h11 PM
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OFICINAS DE XILOGRAVURA REALIZADAS EM 2007
OFICINAS REALIZADAS NA FENNEART, MUSEU DO HOMEM DO NE e NO CENTRO DE FORMAÇÃO DE PROFESSORES DA CIDADE DE PAULISTA - PE.
ESTAREMOS ABRINDO INSCRIÇÕES PARA OFICINAS EM 2008, NO FINAL DO MÊS DE FEVEREIRO !
CONTATOS : 81 :: 9934 9738 & 30524128 / xilogravuras@hotmail.com
FENNEART 2007




MUSEU DO HOMEM DO NE


CENTRO DE FORMAÇÃO DE PROFESSORES DA CIDADE DO PAULISTA - PE





Trabalho realizado nas oficinas.
Escrito por SEVERINO BORGES às 12h24 PM
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XILOGRAVURA 
DIREITOS DE IMAGENS RESERVADOS A ; SEVERINO BORGES Impresso no Papel Reciclado Classificação:  A arte-ofício de Severino Borges é um exemplo da resistência da xilogravura popular em tempos de globalização. Uma arte que se confunde com a identidade cultural do povo brasileiro.
Categoria: Avaliação
Escrito por SEVERINO BORGES às 11h48 AM
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AMARO FRANCISCO
Essa é uma oportunidade muito importante para falar de um grande Artista,
tanto na arte como também na vida como PAI!
MEU PAI !

AMARO FRANCISCO BORGES
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Amaro Francisco Borges nasceu a 12 de março de 1939, no Sítio Piroca,
município de Bezerros.
Artista popular, irmão de J. Borges, famoso xilogravador, filho de pais pobres, trabalhou na palha da cana dos sete aos treze anos de idade, no engenho Catende, Pernambuco. A partir daí começou a fazer tijolos e cestos de cipó junto com o irmão J. Borges.
Ao mudar para o Recife em busca de melhorias, foi ser pedreiro, profissão esta que lhe serviu de ganha-pão para o sustento da família até o ano de 1972.
Mas o contato direto com o cimento lhe provocou uma forte alergia na pele, principalmente nas mãos, que o impediu de trabalhar como pedreiro.
Ao retornar a Bezerros para tratamento da saúde, juntou-se aos irmãos e sobrinhos que já eram artistas famosos na arte de fazer xilogravuras e começou a trabalhar intensamente como gravador de figuras de uso decorativo.
Como todo artista popular, Amaro Francisco, possui a liberdade criativa, sem tempo e sem limites. Trabalha, cria e transmite suas imagens com fortes traços da cultura nordestina, embrenhada no seu perfil de homem sofrido.
O tema principal de sua produção centraliza-se na angústia existencial, que transmite a imagem dolorosa da seca e das famílias dos retirantes fugindo da fome e da sede.
A expressão artística do xilógrafo Amaro Francisco está dentro de uma linha primitiva, cuja imaginária, o integra ao grande universo de artistas marginais, que utilizam os frutos de sua própria condição de vida, para dar luz a sua angústia existencial.
Seus trabalhos são quase todos em preto e branco e com poucos detalhes. Segundo o artista, as imagens firmes e belas, quando gravadas em preto e branco, despertam mais interesse e atenção do público. Para melhor atender à sua freguesia, Amaro passou a imprimir também em tecido algodãozinho as suas antigas matrizes, em preto e branco e coloridas.
Sua oficina funciona em sua residência, em Bezerros. Suas matrizes variam de tamanho e de tema, e contam mais de duzentas peças.
Nota - AMARO FRANCISCO , FALECEU NO DIA 08/06/2006 |
Escrito por SEVERINO BORGES às 12h46 PM
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Xilo feita exclusiva para LOGO MARCA, SEVERINO BORGES

DIREITOS DE IMAGEM RESERVADOS A ; SEVERINO BORGES .
Escrito por SEVERINO BORGES às 10h12 PM
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SEVERINO BORGES

BIOGRAFIA
Menino que nasceu em Escada e cresceu na pacata Bezerros, em Pernambuco, brincando e jogando bola na rua, subindo em árvores, pulando muros e fugindo da mãe para ouvir histórias cantadas nas feiras da cidade, Severino viveu a liberdade de outros tempos. Era o auge da literatura de cordel - uma mistura de jornalismo rústico e romanceiro da caatinga - que determinou a identidade cultural de gerações de brasileiros. Entre eles, Severino, que teve na forte presença paterna o alicerce de sua formação moral e artística. O pai é o xilogravador Amaro Francisco. O talento na arte de cortar a madeira vem de família. A mãe, Dona Nena, talha as próprias matrizes. O mesmo acontece com outros parentes. O precursor é o tio J.Borges, o poeta popular que o sobrinho admira e de quem tem orgulho desde pequeno. Mesmo rodeado pela arte, o menino seguiu outros caminhos. Casou-se aos dezenove anos, parou os estudos no segundo grau e foi trabalhar duro. Exerceu muitos ofícios, de ajudante de pedreiro a funcionário da indústria de plásticos. Com a saúde prejudicada por causa do trabalho, mudou-se para Olinda, em 1996, quando incentivado pelo pai aventurou-se na xilogravura. Fez dez matrizes, tirou cópias e começou a vender. O resultado deu esperança ao aprendiz. Depois, o tempo permitiu ao artista amadurecer sua obra. Hoje, Severino domina com habilidade as goivas e suas ferramentas improvisadas a partir de facas afiadas. Seus desenhos não só surgem da imaginação, como são frutos da leitura, da pesquisa, e da observação minuciosa das manifestações populares nas ruas. Com um traço primitivo e de poucos detalhes, consegue dar vida ao folclore do Nordeste. Seu estilo de composição é marcado pelo isolamento das figuras e pelo contraste do preto e branco. Mas a disposição gráfica também lhe permite explorar as cores. Na mesma matriz, pinta as partes distintas do desenho e imprime colorido. Obtém xilogravuras com texturas diferentes ao utilizar a umburana e o cedro. Da primeira madeira resulta uma impressão mais fechada, sem marcas, ao contrário da segunda que denuncia suas fibras no papel. Severino é uma exceção entre os gravadores populares porque também se tornou um bom empreendedor. Fez cursos para melhor administrar os negócios e investiu com carinho e sutileza na apresentação dos seus produtos. Em 2005, conseguiu abrir uma loja, na Casa da Cultura de Recife, onde também vende obras de outros artistas e artesãos. Além do papel avulso, suas xilogravuras estão em azulejos queimados, canecas, pratos, camisetas, chapéus e panôs. Hoje, Severino participa de congressos e feiras de artesanato em todo o país e seus trabalhos são vendidos nas grandes cidades brasileiras. Esdra Campos - jornalista e pesquisadora do projeto Xilobrasil que visa o mapeamento da xilografia popular brasileira. |
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Quarta, 20 de Junho de 2007 |
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Severino Borges Xilogravura - Recife - Pernambuco - Brasil
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Escrito por SEVERINO BORGES às 10h03 PM
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Popular
A história da xilogravura no Ocidente acompanha o desenvolvimento das artes gráficas e os esforços de popularização do conhecimento, contra o poder e a escassez de recursos. Na Europa Medieval, a imprensa nasceu totalmente xilográfica e barateou os primeiros livros impressos como a bíblia dos pobres. O jogo de baralho foi democratizado pela fabricação clandestina das cartas até então luxuosas e só permitidas à nobreza e ao alto clero. Só no século XV, essa técnica milenar chinesa foi promovida à categoria das artes plásticas. No Brasil, trazida pelo colonizador português como arte utilitária, a xilografia era uma atividade ilegal até encontrar abrigo na tardia imprensa oficial do Império. No final do séc. XIX, quando as elites nacionais da produção editorial passaram a utilizar os clichês de metal e a modernizar os meios de reprodução, os prelos obsoletos tornaram-se acessíveis aos pequenos empreendedores que viabilizaram os negócios de tipografias espalhadas pelo interior do país. Longe dos grandes centros, o corte na madeira era economicamente viável para essas tipografias. A xilogravura, então, volta a esculpir as matrizes dos cabeçalhos de periódicos, almanaques, rótulos de embalagens e anúncios publicitários. Mas é a partir da década de 30, do séc. XX, com o fenômeno da literatura de cordel, que a xilogravura encontra a autêntica expressão brasileira. Essa poesia do povo impressa, vinda da tradição oral, dos antigos menestréis, trovadores e jograis - que herdamos da Península Ibérica -, teve no Nordeste, um terreno propício para criar raízes. Adquiriu características próprias ao traduzir "cantigas de amor e de personagens de além mar" para a realidade de nossa terra. Pelas mãos de artesãos do povo, o sobrenatural e o fantástico, os fatos acontecidos, os atos de bravura e de amor, o cangaço, as personalidades religiosas e políticas, enfim, a realidade e o imaginário sertanejos foram talhados à exaustão para cristalizar em imagem a narrativa do cordel nas capas dos folhetos. Na década de 60, a xilogravura popular começa a ganhar admiradores do mundo acadêmico, repercussão internacional e finalmente chega às galerias de arte. Conquista novo público e status de arte independente. Ao contrário da xilogravura erudita, com vasta historiografia e que registra como pioneiro no Brasil Oswaldo Goeldi, em 1924, os primeiros gravadores populares brasileiros eram anônimos. Poucos escaparam do esquecimento, como mestre Noza e Walderêdo Gonçalves. Hoje, com uma trajetória incontestada de mais de dois séculos no Brasil, a xilogravura ainda é pouco conhecida pelos brasileiros. A maioria dos representantes populares espalhados pelo país faz xilogravura por teimosia, à revelia das instituições. Apesar desses artistas começarem a utilizar novas tecnologias como computador, scaner e Internet, eles contam mesmo é com a criatividade diante das dificuldades materiais, munidos de prego, estilete, apetrechos de cozinha, para talhar as autênticas "telas" de madeira. Esdra Campos - jornalista e pesquisadora do projeto Xilobrasil que visa o mapeamento da xilografia popular brasileira.
Escrito por SEVERINO BORGES às 10h02 PM
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